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O Jornal Renascer recebeu uma denúncia com registro fotográfico que deixou consumidores assustados. A imagem mostra um caminhão-pipa da Iguá Saneamento, com a identificação “ÁGUA POTÁVEL”, captando água dentro de um lago. O ponto mais grave, segundo relatos enviados oficialmente por moradores ao jornal, é a pergunta, será que essa mesma água estaria indo para abastecer residências?
Dentro das casas, a situação tem preocupado ainda mais. Consumidores relataram falta d’água constante e, quando o abastecimento ocorre, a água tem chegado barrenta, com cheiro forte e gosto ruim. Muitos dizem, quando bebemos, sentimos o gosto diferente, e no banho, a pele e os olhos sentem primeiro, coceira na pele, sensibilidade no couro cabeludo, ardência nos olhos e desconforto no corpo, sintomas percebidos recentemente, que, segundo os relatos, começaram há um tempo.
A natureza também entregou seu recado. No mesmo lago citado na denúncia, centenas de peixes foram encontrados mortos nas margens, boiando, espalhados e acumulados pelas beiradas, um cenário triste de ver, um choque para quem presenciou as imagens, e motivo de muita preocupação.
Especialistas ouvidos pela equipe do Jornal Renascer explicam, quando um lago perde água de forma acelerada, o oxigênio diminui rapidamente, e isso pode, sim, causar a morte dos peixes, um impacto ambiental assustador, sério, preocupante e urgente, que ainda precisa de estudo técnico oficial para apontar a causa exata.
A crítica aumenta quando o assunto é a cidade e a rotina do morador. Representantes do poder público, em falas oficiais recebidas pelo Jornal Renascer, relataram que a Iguá, há tempos, vem causando prejuízos às regiões onde atua, deixando a população sem água com frequência, quebrando ruas que estavam em perfeito estado para manutenções subterrâneas que somente a concessionária pode fazer, e depois deixando buracos grandes, remendos tortos e asfalto mal acabado. Segundo os mesmos relatos, o poder público acaba tendo que refazer muitas dessas intervenções posteriormente, gerando novo gasto aos cofres, porque o problema deixado em cima da rua segue pior do que o conserto feito embaixo dela.
Em 2025, a AGENERSA aplicou uma multa oficial de R$ 124,2 milhões contra a Iguá Rio de Janeiro S.A., por falhas graves na estação de tratamento de esgoto da região da Barra da Tijuca, irregularidades reconhecidas em fiscalização pública, multa assinada, publicada e registrada contra a própria empresa.
Prefeitos e autoridades municipais, dentro do que cabe à atuação legal e institucional de cada município, também afirmaram em posicionamentos oficiais ao Jornal Renascer, estamos indignados com as inúmeras denúncias contra a Iguá, já notificamos a empresa, e estamos tomando providências dentro da lei, reforçando que a insatisfação é com a concessionária e com o serviço prestado, e não com qualquer gestão municipal.
O Jornal Renascer segue firme em dizer, água é direito básico do cidadão, a natureza não pode continuar morrendo primeiro, e obra subterrânea não pode seguir virando transtorno em cima da rua, onde o povo anda, vive e trabalha.
Pedimos que a população continue enviando denúncias formais pelos canais oficiais de fiscalização do Estado. O Jornal Renascer seguirá acompanhando o caso e cobrando explicações públicas da empresa.
Denunciem pelo WhatsApp do Jornal Renascer, 24 98182-0192, sua identidade será mantida em sigilo.
JORNAL RENASCER
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